Sono do Bebe

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A importância do sono do bebê

A maioria dos hormônios do crescimento são liberados durante o sono do bebê. Assim, uma noite bem dormida e tranquila faz com que os recém nascidos cresçam e se desenvolvam nesse período. Vale lembrar, que uma noite bem dormida depende de alguns aspectos: um quarto bem arejado, com a iluminação adequada, preferencialmente o mais escuro possível. Uma criança que dorme adequadamente, tem a tendência de levar uma vida muito mais tranquila e saudável.

É importante destacar que o sono possui diversos estágios, mas atingi-los exige uma adequação do espaço. O sono do bebê é algo ainda muito discutido nos meios acadêmicos, diversos estudos apontam para ampla discussão do tema. Muitos pais sofrem com o sono do bebê, por diversas vezes os recém-nascidos acordam os seus pais durante a noite, isso decorre de uma inquietação e agitação da criança que, durante o dia acabaram dormindo a maior parte dele e, em com isso, alteram o seu relógio biológico trocando a noite pelo dia.



É muito importante destacar que no sono do bebê, o ciclo do sono dura, em média, 60 minutos. Especialistas afirmam que alcançar todos os estágios é tarefa complicada para a maioria das famílias de todo o mundo. O sono do bebê possui cinco fases: adormecimento (em média 15 minutos) é como uma zona intermediária, em que o recém nascido fica mais relaxado; na segunda fase, o sono já é um pouco mais profundo, o bebê ainda mantém percepções de quem está acordado, mas já está adormecido, costuma-se chamar de quase sono; na terceira fase o sono já está bastante profundo, as ondas cerebrais estão em seu estágio mínimo, nessa fase algumas substâncias importantes para o aprendizado começam a ser liberadas no organismo da criança; na quarta fase temos a liberação dos hormônios do crescimento e recuperação da energia, trata-se de uma fase importantíssima e, somente com muita tranquilidade no ambiente e ambientação completa da criança se atingirá tal nível; por fim, na quinta fase, retoma-se o aumento da atividade cerebral e é o momento onde se forma os sonhos, por isso, temos a sensação de que lembramos de algum sonho, ou acabamos acordado por alguém no meio de um sonho, pois é exatamente na última fase do sono que a atingimos. O importante é que nenhuma dessas fases seja interrompida, pois todas elas, sem exceção podem atrapalhar algum estágio na vida do bebê.



Enfim, o sono, assim como na vida de uma pessoa adulta, tem importante e destacada valorização, vez que o bom sono será responsável por uma vida saudável e aprendizado das coisas, especialmente quando se fala de um bebê, e seu sono, pois nessa fase da vida, praticamente tudo é aprendizado e novidade. Uma vida saudável começa com um bom sono, é fácil pensar dessa maneira, vez que passamos aproximadamente um terço de nossas vidas em cima da cama. Encerrando, o sono do bebê será responsável por grande parte do adulto que será um dia, vez que sono e qualidade de vida e de aprendizado estão intimamente ligados para sempre.

 

Primeiros meses do sono do bebê

Os primeiros quatro meses de vida do bebê são muito importantes para garantir que os pequenos ganhem bons hábitos na hora do sono. Nesta fase, o bebê precisa, além do carinho e cuidado, dormir e para se alimentar bem, é simples assim. Nesta fase tão importante na vida de um bebê, todo cuidado é pouco, ele precisa ser educado e criar bons hábitos, pois isso vai ser crucial para a sua formação, e ele depende diretamente desse fator para que possa crescer com saúde e segurança e equilíbrio.

O sono do bebê no ventre da mãe

Cada pai tem uma opinião sobre como lidar com o sono do bebê, mas poucos sabem que esta questão deveria ser abordada a partir de quando o bebê ainda está no útero. No útero, o bebê de sete meses já responde a estímulos do exterior, isto é, eles reagem a luzes, sons, músicas e carícias. É muito importante nesta fase, as mães observarem o que acalma o bebê, e conciliar o seu sono como suas horas de folga, cantando uma canção de ninar, falando com ele ou mexendo na barriga, etc. Não é preciso dizer que as gestantes devem evitar a todo custo lugares tumultuados.

 

Hábitos do sono do bebê no útero materno

Hábitos do sono do bebê criados no útero materno, devem ser transferidos para o exterior depois de seu nascimento. Diz o Dr. Eduard Estivill em seu último livro. O bebê fica em média de 20 a 30 minutos acordados no útero e logo em seguida, ele adormece espontaneamente. Ainda de acordo com o Dr. Estivill, quando o bebê nasce, você deve usar o tempo que a enfermeira presta os primeiros cuidados para manter o bebê acordado, converse com ele, toque-o, faça caricias e é claro, brinque com ele. Mas porque o Dr. Estivill da essa dica que por hora parece ser tão estranha?

Um erro muito comum que as mães cometem, é amamentar ou alimentar o bebê quando ele acorda e volta-lo para o berço dormindo, então o que acontece? Associação! O bebê começa a aprender através do habito de que quando está acordado, tem que comer.

Depois de comer, é aconselhável ter um intervalo de 15 minutos nos braços da mãe em posição vertical, isso ajuda a remover o ar que tenha sido engolido durante a amamentação e evita cãibras. Após esse intervalo, ele deverá ser colocado de volta no berço, mas sempre desperto. Seguindo esses conselhos bastante simples, o bebê vai aprender a dormir sozinho, ou melhor, não desaprenderá o que já fazia no ventre da mãe naturalmente, dormirá melhor e não irá associar estar acordado com comida. O bebê dorme sozinho enquanto está no ventre, o seu papel é cuidar para que ele não se esqueça disso.

Quanto tempo dorme um recém-nascido por dia?

Um bebê recém-nascido dorme em média 17 horas por dia, em seis ou sete períodos diferentes quando está cansado. Como eu sei? Bem vendo sinais como inquietação, bocejos, perda de interesse no jogo ou olhar "perdido". É também necessário que as mães fiquem cientes de que os bebés não só capturam ruídos de exteriores e luzes, mas também os estados da mãe, durante a gravidez e após nascimento. Toda a insegurança e nervosismo da mãe, tudo isso é transmitido ao pequeno, e com isso, vai ser mais difícil ele adormecer. Algo para se manter em mente, certo?

Nossa mente não para, mesmo quando estamos dormindo. Durante o sono, continuamos organizando informações, absorvendo imagens, memórias e pensamentos, em nossa memória. No sonho, não há limites de consciência e até mesmo podemos encontrar a solução para um problema ou uma fuga para uma situação difícil nos estados antes de adormecer.

No caso das crianças, problemas do sono estão relacionados principalmente com os hábitos irregulares ou a ansiedade na hora de ir para a cama e dormir. Na primeira fase do desenvolvimento da criança, os problemas começam a manifestar-se porque é a hora de se separar da mãe e dormir sozinho, isso é claro causa uma grande frustração e estresse.

Pesadelos de bebês e crianças

Normalmente, os pesadelos começam depois de dois anos, mas são mais comuns em crianças de três a seis anos de idade. Ninguém sabe a causa, mas dizem que eles estão relacionados ao estresse e ansiedade das crianças. Pesadelos ocorrem durante o sono leve e sua frequência é muito relativa. Algumas crianças começam a ter pesadelos muito cedo, outros menos, e outros não têm. Na maioria dos casos, os pesadelos não são uma preocupação para os pais. O importante é saber como agir no caso de seu filho ter problemas com pesadelos.

O que devemos fazer?

Prevenção. Os pais devem observar o que seus filhos assistem na televisão, especialmente antes da hora de deitar.

Esteja preparado. Como os pesadelos não podem ser evitados e tão pouco sabemos quando eles vão ocorrer, os pais devem ficar atentos a seus filhos e ouvir se eles choram à noite e atender rapidamente.

Cuidados para as crianças. Durante um pesadelo, os pais devem cuidar de seus filhos o mais cedo possível. As crianças precisam de apoio e conforto.

Tranquilizar a criança. As crianças necessitam sentir-se protegidas. Fale com eles com calma e deixe-os saber que você vai ficar com eles se quiserem, mas que não há problema em voltar a dormir.

Mantenha-se presente. Fique com ele até que ele se acalme e volte a dormir.

Mantenha a calma. Embora seja perturbador para os pais de repente, ser despertado pelos gritos e lágrimas de seus filhos, devemos manter a calma. Crianças percebem se os pais estão nervosos e isso não é nada de bom. Apenas os pais tranquilos podem ajudar seus filhos.

Conversando sobre o pesadelo: Se as crianças quiserem, você pode conversar com eles sobre seus pesadelos. Os pais devem ajudar os filhos a pensar e discutir formas de superar as coisas que os assusta na hora de dormir. Eles devem ajudar a inventar um final feliz para o sonho.

O que não fazer?

- Não os acorde. Se as crianças chorarem, mas ainda estiverem dormindo, você não deve acordá-los. Você deve ficar presente para ver se acordam ou voltam a dormir em paz.

- Não trazê-lo para sua cama. Eles devem entender que não há perigo em seu local de repouso.

- Não diga que os pesadelos não são reais. Deve explicar para as crianças o que é um sonho e que todos nós temos.

Terrores noturnos

Terrores noturnos afetam três por cento das crianças, principalmente entre os 4 e os 12 anos, podem resolver-se espontaneamente na adolescência. Eles geralmente aparecem no início da noite. A criança é inquieta, acorda chorando, gritando, suando e angustiada. Em terrores noturnos, muitas vezes, a criança não vai lembrar de nada que tenha causado esse mal-estar, portanto, você não deve interroga-los para que eles digam o que aconteceu. Insistir no assunto apenas vai gerar confusão.

Devemos diferenciar os terrores noturnos de pesadelos, que ocorrem com mais frequência no final da noite, é quando a criança pode dizer o que viveu no sonho. Terrores noturnos podem ser desencadeados por febre, falta de sono e drogas que agem no sistema nervoso central.

Crianças sonâmbulas

A criança sonâmbula se levanta de sua cama mesmo ainda dormindo para fazer atividades que podem ser comuns. A idade mais comum para início do sonambulismo é entre 4 e 8 anos e se resolve espontaneamente na adolescência. Febre, falta de sono e algumas drogas atuam como fatores da causa. Um especialista deve ser consultado para estabelecer estratégias para evitar riscos para essas crianças.

O meu bebê ronca, isso é normal?

Poucos pais dão importância ao ronco dos bebês. Eles acham que é normal e, portanto, deixar de discutir este assunto com o pediatra é um grande erro, o médico deve estar a par de tudo que acontece com o bebê, mesmo que você julgue ser insignificante. De acordo com a Associação de Pediatria, o ronco habitual não deve ser visto como normal. Não é bom para os bebês.

O ronco do bebê

De acordo com pesquisas recentes, estima-se que uma em cada dez crianças roncam regularmente, especialmente após 22 meses. E, embora sua frequência diminui aos 9 anos de idade, os pediatras alertam que crianças que roncam regularmente não estão saudáveis. Você pode esconder doenças graves, como a falta de sono. Segundo a Associação, as crianças que roncam em uma base regular, ou seja, quando eles fazem mais do que três vezes por semana e não está associada com um resfriado ou gripe, têm dificuldade de concentração, memória e são mais propensas a ter hiperatividade, e em longo prazo pode afetar o desempenho escolar das crianças. Além disso, o ronco é o primeiro sintoma de distúrbios respiratórios, tais como apneia do sono.

É aconselhável que os pais de recém-nascidos ou crianças que roncam habitualmente discutam esta situação com o pediatra. Crianças que roncam têm dificuldade em chegar ao sono REM (sono com movimento rápido dos olhos). O ronco continua acontecendo neste estágio de sono profundo, e por consequência, a criança vai acordar muitas vezes durante o sono. Por esta razão, é necessário identificar as causas dos pequenos ressonar. Se são resfriados crônicos, a um aumento das amígdalas e adenoides, etc. De fato, o ronco está muitas vezes relacionado com a obesidade ou sobrepeso. Em crianças obesas, podemos multiplicar o risco de problemas respiratórios e distúrbios do sono por 6x.